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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Fugir à regra

De fato devemos aproveitar ao máximo nosso tempo. E  precisamos lutar por nossos sonhos e que temos de concentrar nossos esforços neste sentido. Mas é preciso não esquecer que a vida é composta de pequenos prazeres. Pois foram colocados aqui para nos estimular, ajudar em nossa busca e nos dar momentos de repouso enquanto travamos nossas batalhas diárias. Não existe pecado algum em ser feliz, nem existe nada de errado em, vez ou outra, transgredir certas regras e mudar o foco.
Portanto não é preciso culpar-se se, de vez em quando você perde tempo com bobagens, vai ao encontro de algo fora do comum, pois, são os pequenos prazeres que nos dão os grandes estímulos.

domingo, 26 de junho de 2011

Estágios

Quando planta-se uma roseira, nota-se que ela fica dormindo muito tempo no seio da terra, mas ninguém ousa criticá-la, dizendo: você não tem raízes profundas ou falta entusiasmo na sua relação com o campo. Ao contrário, trata-se ela com paciência, água, e adubo.
Quando a semente se transforma em muda, não passa pela cabeça de ninguém condená-la como frágil, imatura, incapaz de nos brindar imediatamente com as rosas que estamos esperando. Ao contrário: nos maravilhamos com o processo do nascimento das folhas, seguido dos botões, e, no dia em que as flores aparecem, nosso coração se enche de alegria.
Entretanto, a rosa é a rosa desde o momento em que coloca-se a semente na terra, até o instante em que, passado seu período de esplendor, termina murchando e morrendo. A cada estágio que atravessa – semente, broto, botão, flor – expressa o melhor de si.
Também nós, em nosso crescimento e constante mutação, passamos por vários estágios: precisamos aprender a reconhecê-los, antes de criticar a lentidão de nossas mudanças.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Aprendendo a conviver

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupo; assim, se agasalhavam e protegiam mutuamente.
Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos – justamente os que forneciam mais calor. E, por isto, tornaram a se afastar uns dos outros.
Voltaram a morrer congelados. E precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da face da Terra, ou aceitavam os espinhos do semelhante.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, – já que o mais importante era o calor do outro. E terminaram sobrevivendo.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Siga em frente

Não cruze os braços diante de uma dificuldade, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos.

 " Bob Marley "

terça-feira, 31 de maio de 2011

Das oportunidade

Faz parte da arte de viver, não barganhar com a oportunidade.
Na antiga Roma, um grupo de feiticeiras conhecidas como Sibi­las escreveu nove livros contando o futuro de Roma. Levaram os nove livros para Tibério. “Quanto custa?”, perguntou o imperador de Roma. “Cem moedas de ouro”, responderam as Sibilas.
Indignado, Tibério expulsou-as. As Sibilas queimaram três livros e voltaram: “Continua custando cem moedas”, disseram. Tibério riu e não aceitou: pagar por seis livros o mesmo que pagaria por nove?
As Sibilas queimaram mais três livros, e voltaram com os três restantes: “continuam custando cem moedas de ouro”, disseram. Tibério, mordido pela curiosidade, terminou por pagar – mas só conseguiu ler parte do futuro de seu Império.

( versão da história dos Livros Sibilinos por J.P. An­drew)

sábado, 28 de maio de 2011

Crescimento constante

"Somos capazes de trabalhar juntos, construir as Pirâmides do Egito, a Grande Muralha da China, as Catedrais da Europa e os Templos do Peru. Podemos compor músicas inesquecíveis, trabalhar em hospitais, criar novos programas de computador”.
Mas, em algum momento, tudo isto perde seu significado, e nos sentimos sós, como se fizéssemos parte de um outro mundo, diferente daquele que ajudamos a construir.
Às vezes, quando outros precisam de nossa ajuda, ficamos desesperados porque isto nos impede de aproveitar a vida. Outras vezes, quando ninguém precisa de nós, nos sentimos inúteis. Mas somos assim, seres humanos complexos, que agora estamos começando a nos entender; não vale a pena se desesperar por causa disso”.
"K. Casey"

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Meios

Todos os homens buscam a felicidade. E não há exceção. Independentemente dos diversos meios que empregam, o fim é o mesmo. O que leva um homem a lançar-se à guerra e outros a evitá-la é o mesmo desejo, embora revestido de visões diferentes. O desejo só dá o último passo com este fim. É isto que motiva as ações de todos os homens, mesmo dos que tiram a própria vida, por meios erróneos.

"Blaise Pascal"